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SALAMANCA  -  A gastronomia e um destino de festas - 
Espanha

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As informações e recomendações inseridas neste texto, objetiva facilitar seu programa de viagem para visitar esta bonita e histórica cidade espanhola. Escolha o que pretende conhecer e monte seu roteiro para melhor aproveitar sua passagem por aqui... 

ETIAS 2025 - Autorização para entrar na Europa

Anunciado em 2016, o  European Travel Information and Authorization System (ETIAS) — Sistema Europeu de Informação e Autorização — está cada vez mais próximo de ser concretizado. A nova regra de entrada de estrangeiros na Europa se baseia no sistema americano, com maior segurança e será válido a partir  de maio de 2025. O sistema verificará as credenciais de segurança e cobrará uma taxa (atualmente divulgada como sete euros) dos viajantes que visitam os países membros do Tratado de Schengen, para fins de negócios, turismo, médicos ou de trânsito. Os viajantes, que atualmente visitam a Europa sem Visto, podem entrar na UE e nos países membros de Schengen, gratuitamente e sem qualquer triagem de segurança digital antes de sua chegada à Europa. Vale lembrar que o ETIAS não será um Visto, mas uma autorização de viagem para viajantes que não precisam de Visto Consular para visitar a Europa.

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Salamanca era uma das mais belas cidades espanholas, com um centro histórico incrivelmente preservado e cheio de vida. Era uma cidade que combinava arquitetura e história, cultura e vida noturna, boa gastronomia e muito charme. Visitá-la implicaria conhecer alguns lugares magníficos e obrigatórios.

 

Os lugares mais interessantes para visitar

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Casa das Conchas - Calle de la Compañía, 2 - 

Era um belo prédio burguês, situado no centro da cidade histórica. O seu nome devia-se a uma biblioteca, e era possível visitá-la e conhecer o seu belo claustro. A entrada era grátis.

Catedral Nova -  Calle Benedicto XVI -

A cidade  não tinha apenas uma Catedral, mas duas, que estavam unidas apenas por uma porta. Uma porta apenas dividia dois estilos arquitetônicos, completamente distintos, um ricamente ornamentado, outro espartano e austero. A visita a uma Catedral, implicava a visita às duas. Entre pela Catedral Nova, em frente à Praça da Catedral, cuja fachada chamava a atenção. Existiam excelentes representações na fachada, tais como astronautas, lagostins, sapos, etc. Valia descobri-los. Era um exercício interessante. ​Em seu interior, deixe-se encantar com a exuberância do século XVI, com um gigantesco e colorido órgão,  ricamente ornamentado, as belas capelas e o altar. A Catedral era um magnífico exemplo da arquitetura gótica européia, com elementos Barrocos e Renascentistas. Ingressos: era de 5€/pessoa  a entrada para a Catedral Nova e Velha, com direito a auto-guia.

Uma era datada do século XII-XIV (velha), a outra, do século XVI - XVII (nova), encostadinhas uma a outra. Durante alguns meses, havia visitas noturnas guiadas, pelas torres da Catedral, que era preciso reservar lugar, porque era muito procurada. Era um mergulho na história, de um dos pontos mais emblemáticos de Salamanca e, de quebra, a vista noturna da cidade, que ficava mais dourada ainda. Ao lado da Catedral Nova, encontrava-se a Plaza Anaya e a Faculdade de Filología, da Universidade de Salamanca. Busque encontrar o astronauta, que está próximo à entrada da Catedral Nova.

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Catedral Velha  -

Ficava na continuação da Catedral Nova, apenas separada por uma porta na Capela. Quando cruzar a porta,  se sentirá num outro espaço, mais sóbrio e em estilo românico. De linhas retas e fortes, a Catedral Velha ganhava em caráter ao que perdia em exuberância. Duas capelas eram especialmente belas, a de Anaya e a de Martim, com afrescos magníficos. Os afrescos dos túmulos e da nave principal eram igualmente deslumbrantes. Não deixe de conhecer os claustros. A joia da Catedral Velha era o retábulo do altar com seus 53 painéis pintados. Entrada: servia o mesmo ingresso da Catedral Nova.

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Convento de Las Dueñas -  Plaza Concilio de Trento -

Era um dos belos Conventos existentes na cidade, e que há séculos recebia peregrinos que faziam o Caminho de Santiago. Hoje, quase passava desapercebido na malha urbana da cidade, mas valia visitar sua igreja. A entrada era de 2€/pessoa.

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Convento de Santa Clara - 

Era um pequeno Convento que estava localizado na Plaza de San Román. Os seus claustros eram uma referência arquitetônica da cidade. A entrada custava 3€/pessoa.

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Escolas Menores e Pátio das Escolas - Plaza Fray Luis de León, 3 - 

O Pátio das Escolas, ficava em frente à magnífica fachada da Universidade. Em seu extremo sudeste, estava o prédio das Escolas Menores. Era o prédio que hoje albergava parte da Reitoria, e integrava os prédios da Universidade. Dentro do prédio das Escolas Menores, estava o afresco Os Céus de Salamanca, um afresco que representava o Zodíaco e que prometia fazer qualquer um sonhar, com a cabeça tombada para admirar este magnífico trabalho. A entrada era gratuita.

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Huerto de Calixto e Melibea -  Calle Arcediano, 20 -

Era um lindo jardim que ficava atrás das catedrais. Era batizado como Huerto de Calixto y Melibea porque, diziam, fora onde o escritor espanhol Fernando de Rojas se inspirara para criar o cenário de encontro dos amantes, Calixto e Melibea, da obra La Celestina. Recomendava-se visitar o Huerto na primavera ou no verão, pois as flores começavam a desabrochar e as parreiras ficavam cheias de uvas verdes! Como ficava na parte mais alta da cidade, dava para presenciar o pôr do sol, que se manifestava belíssimo.

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Igreja do Espírito Santo – Clerecia e Universidade Pontifícia  - Calle de la Compañía, 5 -

Em frente aCasa das Conchas estava a magnífica Igreja do Espírito Santo, conhecida por Clerecia. Era uma bonita igreja e a parte mais interessante era subir ao topo, de onde se tinha uma bela vista da cidade e dos principais monumentos no entorno. A entrada custava 5€/pessoa para subir ao topo.

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Igreja e Convento de São Estevão - Plaza do Concilio de Trento - 

A igreja de San Esteban conquistava a todos os viajantes, especialmente pela ornamentada fachada, para quem tiver a sorte de  visitá-la, quando iluminada pela luz do sol do fim da tarde. A fachada tinha esculturas e detalhes, esculpidos com grande perfeição. O seu interior não fazia jus ao exterior, no entanto tinha um belo retábulo e afrescos. A igreja e o Mosteiro , pertenciam à Ordem Dominicana e foram dedicados a Santo Estevão, santo martirizado no século XVII. Entrada: era grátis na igreja e 3.5€ para o Convento.

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Museu de Arte Nova e Arte Deco -  Casa Lis - Calle Gibraltar, 14 - 

Merecia uma visita, ainda que fosse apenas pelo lado externo. Com uma fachada envidraçada, voltada para o Rio Tormes, era um lugar de beleza incomum. A entrada era de 4€/pessoa.

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Universidades -

Eram diversas faculdades espalhadas por Salamanca, no centro histórico da cidade, e estendendo-se também para a parte mais moderna. No entanto, o prédio da Universidade antiga continuava a ser um dos mais emblemáticos.  A fachada da Universidade, na Calle Libreros, era de fazer qualquer amante da arquitetura medieval ficar sem palavras. Decorada com esculturas talhadas na pedra calcária, brilhava com a cor do sol desde o século XVI, com um medalhão espetacular dos reis católicos. Era uma das Universidades mais antigas da Europa e do mundo, e era graças a esta Universidade, que Salamanca crescera e florescera ao longo dos séculos. Ainda que a fachada fosse do século XVI, a Universidade era do século XIII e desde essa época, era considerada a cidade intelectual de Espanha. Ingresso: era de 10€/pessoa.

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Fachada histórica da Universidade de Salamanca e El Cielo de Salamanca - Patio de Escolas, 

Dois em um, pois os pontos ficavam no mesmo lugar, que era o patio chico com a  estátua de Luis de León. A fachada do prédio histórico da Universidade, era em estilo barroco e nela havia a famosa rana. Havia duas lendas sobre ela: a primeira era que, quem encontrá-la escondida na fachada, teria boas notas nas provas (por isso ficava cheio de estudante em sua frente!); já a segunda, era que quem encontrasse a rã, sempre retornaria a Salamanca.

 

Quem quiser, também poderia visitar o prédio histórico da fachada (a entrada era 10 €) e era onde se encontrava a Biblioteca General, a mais antiga da Universidade. Mais ao fundo do pátio chico, à esquerda, havia um pátio interno e onde estava exposto El Cielo de Salamanca. Era um afresco astronômico e um pouco astrológico também, e que estava exposto na Biblioteca General da Universidade de Salamanca.

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Plaza Mayor -

Aqui era o centro de tudo, e um bom lugar para buscar uma hospedagem. A praça era cheia de restaurantes, bares e vida, de dia e de noite, com turistas, estudantes e a população local. A praça, do século XVIII, é das mais belas de Espanha, com o Palácio Real na parte norte, local onde os Reis assistiam as touradas. Quando quiser marcar encontro com alguém, marque bajo el reloj de la Plaza Mayor, que não tem erro!

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Ponte Romana -  Rio Tormes -

Construída no século I, a ponte romana era uma das mais bem conservadas que existia na Via de la Plata. Ela cortava o Rio Tormes, famoso também graças ao livro El Lanzarillo de Tormes, cujo protagonista nascera nas margens desse rio. Era um point também nas épocas quentes de Salamanca, com muitas pessoas fazendo piquenique e exercícios físicos.  Também valia apreciar a ponte, durante o por do sol e à noite, quando apresentava uma iluminação especial.

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Era por aqui que cruzavam os peregrinos que faziam o Caminho da Prata, que ligava Sevilha a Santiago de Compostela, e oferecia a mais bela vista da cidade. A ponte datava do século I d.C. e,  era um dos marcos, mais antigos na cidade. A ponte sobre o Rio Tornes  tinha belos parques em seu entorno e serviam para um piquenique .

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Torre da Catedral  -

Uma das melhores perspectivas de Salamanca, era desde a Torre da Catedral, se que se poderia subir, imediatamente ao lado da saída da Catedral Velha. A subida era feita apenas pelas escadas. No entanto, valeria a subida, já que permitia ver o interior da Catedral Nova, de cima, para ver também o interior da Catedral Velha, desde arriba. O melhor da visita, eram as perspectivas da cidade, que se tinha dos passadiços exteriores e que acompanhavam os telhados das duas catedrais. Ingresso era de 3.75€/pessoa.

Torre do Clavero -  Calle Consuelo, 34 - 

Era um elemento urbano, que embelezava a cidade desde o século XV. Ornamentada e adornada com brasões, dava vida ao que restara de um antigo palácio, localizado na Praça Colón.

A vida noturna

​A cidade era cada vez mais um destino de festas. Sucediam-se festas de despedidas de solteiro, festas universitárias, festas particulares e muita e boa gente que vivia a noite de Salamanca. A cidade  era um excelente lugar para sair à noite, para bailar uma salsa, um regaetoon, enfim, qualquer tipo de música seria sempre motivo para dançar. Havia muitos locais para aproveitar a noite, bastava seguir as movimentações e aproveitar a vida, quando visitá-la.

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Gastronomia

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Bolo Maimon - A sobremesa por excelência de Salamanca e Zamora era este bolo redondo que, supostamente, vinha da palavra árabe maímun, que significava feliz. Era feito com farinha de milho, açúcar e limão, era esponjoso e ideal para mergulhar num molho de chocolate. Era encontrado em padarias, mas o hábito era prepara-lo em casa. Era servido nos casamentos, onde havia uma tradição de dançar em torno dele, uma prática conhecida como dançar o fio.

Chanfaina - Era feito à base de carne moida, com uma fritura de cebola e alho com carne de cordeiro e sua casquería. Como afirmavam que sua origem, era árabe e judaica, não levava carne de suíno. Na versão de Salamanca, o conjunto também carregava sangue de cordeiro, arroz e ovo cozido picado e temperado com páprica e muito cominho. Era uma receita muito típica em bares que serviam as tapas, especialmente nos feriados.

Hornazo - Era um pãozinho recheado com diferentes carnes frias, um produto típico da Espanha, mas era aqui que era mais conhecido. Normalmente levava chouriço, lombo e presunto, às vezes ovo, e a massa era feita apurada na manteiga. Desde 2002, recebera um selo de garantia, que especificava a proporção de ingredientes que deveria conter. Era encontrado em qualquer lugar, mas preferencialmente em Confeitarias. Os mais típicos, eram os servidos pelas confeitarias Gil, La Industrial e La Madrileña.

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Limão Serrano - Era  uma composição muito estranha, que não era típica de Salamanca, mas  das Serras da França e de Béjar, sendo servido por vários restaurantes da capital. Era um prato que em suas origens era servido no café da manhã, especialmente na Quinta-feira Santa. Era uma salada de aparência incomum, composta de chouriço, atum, ovo frito e cozido e frutas cítricas (limão e laranja) que, afirmavam que os pastores usavam ​​para preservar a carne por mais tempo.

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Paloma  - Era uma tapa onipresente nos bares da cidade e inexistente no resto do país, mas sua origem era incerta, embora fosse relativamente recente. Era uma crosta de trigo frita, conhecida aqui como couro, que era servida junto com qualquer tipo de salada.

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Salamanca era considerada a terra dos embutidos, principalmente com carnes de suínos. As diferentes partes do porco eram consumidas de várias maneiras e não havia problema com a casquería. O leitão e os diferentes assados, eram encontrados em muitos restaurantes, e havia salsichas da região, como o farinato (feito com pão ralado, banha e cebola) que era obrigatório provar. A cozinha regional,tinha forte relação com carnes de diferentes espécies. As especialidades constituiam-se basicamente entre presunto, lombo e o chouriço ibérico. O jamón, famoso presunto espanhol, poderia ser encontrado em qualquer bar ou restaurante. Era bastante gorduroso, possuia um gosto bem característico, forte e com um paladar bastante distinto.

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A região era famosa pelo presunto cru, que era produzido na Vila de Guijuelo, que ficava ao sul da cidade. Os porcos pretos eram criados na região, alimentados com cevada e milho logo após o desmame. Eram levados aos bosques de Carvalho e pastagens, onde se alimentavam do capim, ervas aromáticas, bolotas (frutos do carvalho) e raízes. Chegando o tempo de abate, eram alimentados estritamente com azeitona e bolotas, para melhorar a qualidade e sabor de sua carne.

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Existiam três tipos de presunto de porco preto, produzidos na região

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O melhor e mais caro deles, o Ibérico de bellota ( bolotas  ), eram feitos de porcos criados nos bosques de carvalho. Tinha esse nome, porque os porcos eram alimentados apenas de bellotas na época próxima ao abate. Depois ficam curando, por um período de 36 meses.

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O segundo presunto típico era o Ibérico Recebo, onde os porcos eram de pastos e alimentados com uma combinação de cereais e bellotas. O Ibérico de Cebo, ou simplesmente Ibérico, surgia quando os porcos era alimentados apenas com grãos, sendo curados por 24 meses.

Existia ainda presente na gastronomia de Salamanca, o Jamon Serrano,  o presunto mais apreciado e difundido pelo mundo. Além de presunto e porcos, a gastronomia local era muito rica em batatas, que apareciam praticamente todos os pratos: Batatas fritas, batata assada, batata a soutê, tortillas de batata, sopas de batatas, enfim, estava presente em todos os pratos.

Salamanca ficava na região vinícola da Ribeira del Duero, uma das 11 regiões  DO (Denominação de Origem), considerada vinícolas de qualidade do país.  Aqui eram  produzidos os vinhos mais elegantes da Espanha, entre eles o Vega Sicilia, que apresentava uma característica mais bordalesa, porque utilizava as cepas: Merlot, Cabernet Sauvignon e Malbec.

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Alguns restaurantes recomendados

Cortes & Cata - Calle Libreros, 2 -

Não era uma opção mais barata para comer, mas preparava as melhores tapas da cidade. Comida de qualidade, bem elaborada e super saborosa. Destaque para os chiperones, os croquetes e a excelente  tábua de queijos.

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El Zaguán - Calle Ventura Ruiz Aguilera, 7 -

Era um bar e restaurante de grelhados e tapas localizado na área central da cidade. Era dividido em duas áreas muito bem definidas: de um lado era a área de bar, com uma grande variedade de tapas e, do outro lado, a área do restauranteb projetada para refeições mais formais e eventos familiares.

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La Mariseca  Restaurante e Taperia - Calle Mayor, 4 -

Era um dos melhores lugares para comer parrilas e tapas. O vinho era excelente e as tapas também. Apesar de estar no centro histórico, à noite enchia do pessoal local.

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La Tentazion de las Tapas - Plaza Mayor, 18 -

Oferecia excelentes croquetes de presunto e trufa. As tapas eram as mais baratas dentre as demais, que eram servidas nos bares e restaurantes da área.

Mesón El Corral - Calle Rodríguez Fabres, 19 -

Era especializado em carnes grelhadas e frango assado, e oferecia seis tipos de menus. Preparavam refeições para levar e assar, todos os tipos de peças à pedido. Para grupos de locais ou turistas, dispunha de uma sala de jantar privada, para até 25 pessoas.

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Oro Viejo - Restaurante Gastrobar - Plaza de San  Benito, 5 -  

Era um gastro-bar famoso e um dos favoritos da população local, oferecia boas tapas e bons pratos. Tinha uma bela esplanada em frente à Universidade.

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Restaurante e Cafeteria Bambu - Calle del Prior, 4 -

Para comer bem e barato, a sugestão era este restaurante, um dos principais da cidade. Especializado em carnes grelhadas na brasa do carvão de carvalho, também se destacava pela grande variedade de tapas. Para quem pedisse uma bebida, eles tinham o hábito de oferecer uma tapa grátis, para acompanhar melhor a bebida.

Parrilada de carnes 

As parriladas também eram um dos pratos favoritos dos turistas. Quando visitar Salamanca, não perca esta oportunidade, e peça   uma parrilada, acompanhada de um bom vinho ou de uma sangria.

As tapas

O verbo tapear era o que mais se conjugava em Salamanca e um pouco por toda a Espanha. Recebia-se vários pratinhos pequenos, as  chamadas tapas, que deviam ser divididos com os amigos e depois seguia-se compartilhando. No entanto, não confunda as tapas,  com as raciones, que era doses maiores. Para não ser perder, aqui ficava uma ajuda:

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  • Prato - era dose para uma pessoa);

  • Racione  - meia dose, geralmente dava para uma pessoa;

  • Tapa  - snack para partilhar ou combinar com outras tapas;

  • Pintxo  - snack em espetinhos; 

  • Montadito ou bocadillo - eram os sanduiches.

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Onde dormir

A melhor região para hospedagem era o centro histórico. Com sua charmosa arquitetura de estilo romanesco, a área concentrava muito dos principais pontos turísticos da cidade, como praças, igrejas, museus, teatros, parques, monumentos e outras construções antigas. Alí encontrava-se uma boa oferta de lojas, restaurantes, bares, pontos de ônibus e opções de hospedagem, que iam desde hostels até hotéis quatro estrelas.

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Eurostar Las Claras – $$$$ - Calle Marquesa de Almarza, s/n -

Era um hotel de rede mundial, que oferecia qualidade e higiene. Os quartos  tinham ar condicionado e uma decoração de estilo clássico, com pisos alcatifados, frigobar, banheiro completo e secador de cabelo. A Igreja San Esteban, ficava a apenas 170 m e o hotel ficava a  7 minutos à pé, da Catedral e da Plaza Mayor. O café da manhã estava incluído.

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Exe Salamanca - $$$ - Calle Álava, 8 -

Estava localizado a 10 minutos à pé da Catedral e da Plaza Mayor. Os quartos eram amplos e confortáveis, com ar condicionado, frigobar, TV HD, Wi-fi  grátis e um banho completo com amenities de cortesia. Tinha quartos para não  fumantes, estacionamento pago e um bom café da manhã incluído na diária.

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Hostal Conejo – $$ - Plaza Libertad, 1 - 

Ficava na melhor zona da cidade. Esta pousada familiar ficava na tranquila e bela Plaza da Libertad, na zona histórica e monumental, a poucos passos da Plaza Mayor, junto às zonas de lazer e comércio. Seus quartos estavam disponíveis em triplos, duplos e individuais, todos muito bem equipados e com banheiro privativo. Dispunha de vagas de estacionamento mediante prévia reserva.

Hostal Plaza Mayor  – $$ - Plaza del Corrillo, 20 -

Era um hostal tradicional e totalmente renovado, situado ao lado da Plaza Mayor, a poucos metros da entrada principal da Plaza del Corrillo, oferecia Wi-Fi gratuito, quartos decorados em estilo tradicional, todos os quartos simples e bem iluminados tinham frigobar, aquecimento, ar-condicionado e TV de HD. Alguns quartos também possuiam terraço. Os banheiros eram privativos e incluiam secador de cabelos.

Hosteria Sara – Calle Meléndez, 11 -

Esta era uma das pensões mais procuradas. Sua localização era ótima, bem no meio do Centro Histórico, tinha quartos médios e camas confortáveis. Era uma escolha acertada para quem procurava uma boa relação preço/qualidade. 

NH Salamanca Puerta de La Catedral - $$$ - Plaza Juan XXIII, 5 -

Ficava no coração do centro histórico, na mesma praça das catedrais e a 400 m da Plaza Mayor.  Os quartos tinham ar-condicionado e frigobar, e algumas acomodações eram especiais, adaptadas para famílias ou acessíveis para hóspedes com mobilidade reduzida.

Sweet Home – Salamanca  – $$$ - Calle Jesús, 24 -

Dispunha de quartos com varanda e Wi-Fi gratuito, banheiros compartilhados, TV de HD,  depósito para bagagem, lavanderia, cozinha bem equipada, sala de estar aconchegante com TV e revistas, além de um terraço espaçoso. Os bares, restaurantes e lojas encontravam-se a cerca de 2 minutos a pé desde o hotel.

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